Blog da Passo a Passo 2: brincadeira
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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Brincar é coisa séria!






Uma recente matéria do El País contou que executivos de tecnologia, que desenvolvem tablets, jogos interativos e programas de computador para empresas multinacionais, optam por escolas que apostam mais na criatividade do que na infraestrutura, na hora de escolher o melhor ensino para seus filhos.

Aprender a tomar decisões, inventividade e concentração são considerados mais importantes do que saber manusear um IPad, na visão dos pais, que buscam escolas inovadoras, que ensinam novas formas de pensar.

A pedagogia tradicional com aulas onde o professor era o único protagonista e as crianças educadas como indivíduos homogêneos e com conteúdo memorizados, vem dando vez a projetos onde as crianças são autoras do próprio aprendizado.

Um movimento mundial que resgata a infância verdadeira, com mais atividades ao ar livre, em contato com a natureza, e em família vem ganhando força no Brasil. O conceito chamado de SlowKids, tem base na desaceleração infantil e pensamento sustentável. Respeitar o tempo de cada criança através da descoberta, experimentação e observação, além da defesa do tempo livre, sem acúmulo exagerado de informações faz parte do projeto. Muitos pais têm entendido essa nova forma de pensar e com isso repensado as escolhas de escolas para seus filhos.

A Passo a Passo 2 sempre prezou pela inovação na educação. Foi a primeira creche-escola a ter computadores em sala de aula e também a primeira a retirar todo tipo de tecnologia das atividades pedagógicas. A escola acredita que brincar é coisa séria e aposta em atividades lúdicas como forma de ensino. Jogos com bola, de correr, pular fazem parte da rotina das crianças. A escola acredita que quando mais brincadeira, mais desenvolvimento e uma melhor educação infantil

Andrea Bellingall e Isabela Janiszewsk

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Papai Noel

“Mamãe, Papai Noel Existe?”


Natal chegando, época de esbarrar com o Papai Noel pelas ruas, lojas, shoppings, restaurantes. Brilho nos olhares das crianças, evitamento e receio em outras, encantamento e magia em todas! Afinal, o Papai Noel desperta o mundo imaginário dos pequenos, a fantasia e a magia característicos desta fase. Mas como lidar com a crença no “bom velhinho”?  É saudável incentivar a fantasia? Quando devemos contar a verdade? E se eles descobrirem?

Incentivar a crença no Papai Noel é absolutamente saudável. Não devemos tirar da criança a capacidade de fantasiar. Pelo contrário, o papel dos pais é facilitar o mundo da imaginação para os pequenos, oferecendo-lhes todas as possibilidades de sonho e fantasia. O Papai Noel é uma das recordações mais bonitas que trazemos da infância, e representa muito mais do que um entregador de presentes. O velhinho barbudo e simpático representa a bondade e a fraternidade. Representa aquele que dá sem esperar nada em troca. É um personagem, e acreditar nele ajuda a criança a formar valores mais sólidos de bondade e fraternidade, além de proporcionar uma infância mais feliz e cheia de imaginação.

Com o tempo - geralmente a partir dos 6 anos - a criança vai se desvinculando deste universo imaginário e descobre “a verdade”, seja através de um amiguinho, seja por ela mesma ou por qualquer outro motivo. E este é um momento marcante, que pode deixar alguns pais inseguros com o risco de perderem a confiança do filho, ou que ele se sinta enganado por eles.

E o que dizer diante da pergunta: “Papai/Mamãe, Papai Noel existe?” Primeiro, é importante estar atento ao momento da criança: algo deve ter acontecido que a fez questionar. Uma sondagem é sempre bem vinda. Pergunte a razão da dúvida, compartilhe sua dúvida também, responda sobre a sua crença naquilo que o personagem representa. Há várias maneiras de tornar este um momento de descoberta saudável e o fim do ciclo imaginário. E por que não convidá-la para se vestir de Papai Noel e distribuir bondade e fraternidade entre as pessoas?

Andrea Bellingall e Isabela Janiszewski.



quinta-feira, 29 de outubro de 2015

É Tempo de Brincar ao Ar Livre

Previsão do Tempo: É Tempo de Brincar ao Ar Livre


Já estamos no fim de outubro e, com o horário de verão, os dias ficam mais longos. O final da tarde é o momento perfeito para convidar as crianças para brincar ao ar livre. 

As brincadeiras ao ar livre e em contato com a natureza estimulam a criatividade e a interação com pessoas, animais, natureza, reforçam o sistema imunológico com coisas que molham e sujam, ajudam no desenvolvimento emocional com jogos onde se ganha e se perde – e o que é melhor, sem botões eletrônicos. 

Embora saibamos que o mundo digital é mais sedutor e confortável, principalmente depois de um dia cansativo de trabalho, sair para brincar com as crianças pode funcionar como um reativador das energias. E as vivências no mundo real são fundamentais para que elas aprendam a lidar com suas emoções, com regras e frustrações. Pode ser no quintal de casa, na varanda, na pracinha, no parque, na praia, enfim, onde a imaginação permitir. 

Nossas sugestões:

Piquenique – Junte pães e frutas, sucos, bolos e leve tudo para um lugar verde e bonito. Leve também bola, bicicleta, peteca – celular só se for pra tirar fotos ou colocar uma música legal, combinado?

Acampamento – Sabe aquela barraca que seu filho insiste em montar no meio da sala? Monte ao ar livre, prepare alguns lanches, leve uma lanterna para sair de lá só quando a noite chegar.

Ateliê – Você detesta canetinhas, guache, cola colorida e tudo o que possa sujar seu sofá? Desencane pelo menos no fim de semana, espalhe papéis pelo chão e parede da varanda, e deixe a criançada rabiscar à vontade.

Cuidar das plantas – Vai molhar, vai levar um pouco mais de tempo, mas não perca a oportunidade de ensinar seu filho a cuidar das plantas e a fazer uso da água de forma responsável.

Passear com o cachorro – Ensine seu filho o respeito pelos animais, suas necessidades de movimento, estimule a recolher suas sujeirinhas e correr junto com ele.

E ainda: amarelinha, corda, pipa, lupa, binóculo, catavento, bolhinhas de sabão, dança, canto, ciranda, esconde-esconde, ufa… cansou? Então é hora de se recolher, tomar um banho relaxante, jantar e dormir como um anjinho!
Andrea Bellingall e Isabela Janiszewski.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Ei, vamos brincar de desconectar?



A gente já vem insistindo neste assunto há algum tempo: eliminamos a informática das salas de aula, resgatamos as brincadeiras infantis tradicionais, priorizamos as conexões olho a olho, estimulamos as atividades de interação social.

E de onde veio esta “ideia” aparentemente ousada e na contramão de tantos avanços tecnológicos? Veio justamente da preocupação com o futuro desta geração que está sob nossos cuidados. Do compromisso de contribuir com a construção de uma sociedade melhor, de formar seres HUMANOS – no sentido mais nobre da palavra: sensíveis, solidários, altruístas, empáticos, que façam diferença na vida das pessoas.

Apesar desta conduta parecer radical para alguns, ela foi muito amadurecida e refletida pela equipe da Passo a Passo 2, além de respaldada pelos maiores estudiosos da educação contemporânea. Sabemos que a sociedade caminha a largos passos para um mundo cada vez mais digital, e não somos alheios a essa transformação. Temos plena convicção de que nossas crianças não serão “analfabetos digitais” somente porque não usam aparelhos eletrônicos no ambiente escolar dos 0 aos 6 anos. O mundo lhe oferece esses aparatos o tempo todo. Por isso, aqui a gente desconecta.

Afinal, não recebemos afeto das máquinas, não é? Criança tem que descobrir e aprender a conviver com o outro, explorar o ambiente e a natureza de forma lúdica e divertida. Criança tem que brincar! Por isso, temos o maior orgulho em afirmar que na Passo a Passo 2 a nossa maior conexão é a do “olho no olho”.


O vídeo abaixo “Conflito de Gerações”, da Nature Valley, ilustra com louvor a nossa preocupação. E também nos convida a uma profunda reflexão. Por isso, a nossa sugestão é que façamos, com mais frequência, aquela perguntinha inicial às crianças: “Ei, vamos brincar de desconectar?”


Abraços,
Andrea Bellingall

segunda-feira, 27 de julho de 2015

“O QUE VOCÊ FEZ NAS FÉRIAS?”



Esta pergunta clichê feita pela professora na volta às aulas poderá ter respostas muito divertidas se a criança tiver atividades diferentes e envolventes nas férias.

E o que o seu filho fará nas férias?

Para começarmos a conversa, é importante ressaltar que a criança precisa mesmo de férias, precisa mudar a rotina, vivenciar coisas novas, relaxar um pouquinho nos horários e permitir-se as inúmeras possibilidades de diversão.
Se os pais conseguirem um tempinho, uma folga extra, é importante aproveitar na companhia deles. Planejar programas ou passeios que não costumam fazer, pequenas viagens, fazer um diário de férias, rever fotografias antigas e resgatar a história da família, ou até mesmo passar horas brincando, é uma forma divertida de aproveitar o tempo livre.

Outra boa ideia é a casa da avó, tio, padrinhos e familiares. Fortalecer e estreitar os laços familiares é muito importante, desde que a criança esteja acostumada a dormir fora de casa.

Programas com os amiguinhos também podem ser muito divertidos, do tipo festa do pijama, cineminha com pipoca em casa, contação de histórias, tarde dos super-herois ou do salão de beleza, e por aí vai…

As crianças de 2 a 6 anos estão no período de aquisição de autonomia e gostam muito de se “sentir gente grande”. Aproveite esta fase para incentivar atividades que envolvam disciplina, organização e pequenas responsabilidades, como organizar os brinquedos, trocar a água do cachorro, colocar os talheres à mesa, buscar o jornal, molhar as plantas, entre outros.

É importante que os pais estejam atentos ao uso excessivo de celulares e tablets, mais “tentadores” neste período. Estabelecer regras e limites de uso é fundamental.

E então, qual será a resposta do seu filho? Comece agora a construí-la com ele!

Boas férias!


Isabela

segunda-feira, 13 de julho de 2015

#LaçoAfetivo - Amor, o alimento mais importante




Por que você deve se preocupar em criar um 
ambiente afetivo para o seu filho

As famílias mudaram. Mães trabalham tanto quando pais, avós estão ocupados com suas próprias vidas e as crianças desde muito cedo, muitas vezes ficam a maior parte do tempo em creches e escolas ou são cuidadas por uma terceira pessoa como as babás.  

- Sabemos que não é simples conseguir dar conta de tudo, mas a dedicação é fundamental, nas horas em que a mãe está com o filho. - afirma a psicóloga Andrea Bellingall, da escola de educação infantil Passo a Passo 2. A mãe que trabalha fora o dia todo, ao chegar em casa pode se dedicar integralmente à criança. Conversar como foi seu dia, ler um livro para ela e colocá-lo para dormir, são pequenos exemplos que já o farão se sentir amado e acolhido, compensando todo o tempo em que não estiveram juntos. 

Embora não exista uma “receita mágica” para criar filhos equilibrados, algumas atitudes e cuidados podem fazer muita diferença na personalidade deles. Estar atento às suas necessidades e desenvolver laços afetivos sólidos refletem na autoestima da criança. 

- É importante que os pais estejam presentes em algumas rotinas e estejam atentos àquelas que não podem acompanhar, diz Andrea Bellingall. Pesquisas indicam que os primeiros minutos de encontro com a criança são fundamentais. Por isso, é fundamental que os pais se “desconectem” do resto do mundo neste momento e deem atenção total ao filho. “O que importa não é a quantidade de tempo com a criança, mas sim a qualidade”, completa.

Um fato que se observa nestes tempos de pressa e falta de tempo, é que os pais, por terem pouco tempo com os filhos, acabam exagerando em outras áreas para “compensar” esta falta. Pecam pelo excesso. Por se sentirem em “débito”, acabam fazendo todas as vontades dos filhos, o que é muito perigoso. Para tudo existe um equilíbrio. Ao mesmo tempo em que se protege, tem-se que dar autonomia. Fazer pequenas tarefas sozinhas e participar de tomada de decisão, por exemplo, são atitudes que desenvolvem a independência e os preparam para a vida.

- O que observamos é uma permissividade muito grande a fim de compensar essa falta de tempo.  Falar não, controlar o uso excessivo da televisão e jogos eletrônicos, cobrar o estudo, estipular uma hora para dormir e não ceder a todas as vontades.... também são formas de educar e de criar regras. Crianças com rotinas e regras sólidas se sentem mais seguras e felizes. Por mais "chatas" que estas cobranças possam parecer num primeiro momento, deixam a sensação para a criança, mesmo que inconscientemente, que ela é amada, cuidada e protegida”, alerta a psicóloga Andrea Bellingall.

terça-feira, 7 de julho de 2015

A tecnologia atrasa o desenvolvimento das crianças, diz pesquisa



A Academia Americana de Pediatria e da Sociedade Canadense de Pediatria criaram um guia para orientar os pais sobre como os filhos devem usar as tecnologias. O objetivo é evitar doenças e transtornos como déficit de atenção, insônia, atraso no desenvolvimento motor e de aprendizado, entre outros que, segundo o estudo, podem ser causados pelo uso excessivo de equipamentos eletrônicos.

A pesquisa quer banir o acesso de crianças de até dois anos a dispositivos. No lugar do tablet,sugere livros, blocos de montar ou qualquer outro brinquedo ajustado à idade. Até cinco, o ideal é passar no máximo uma hora por dia na companhia de equipamentos eletrônicos, enquanto até  até os 16, em vez de passar a tarde toda no computador, o tempo limite é de duas horas.

O Núcleo de Educação Infantil Passo a Passo 2 substituiu o módulo dedicado à internet por aulas de brincar. O objetivo é favorecer o convívio social e a conexão entre elas. A coordenadora pedagógica responsável pela mudança, Andrea Bellingall, explica que, nos primeiros anos de vida, os pequenos aprendem a criar laços. 

- Eles aprendem a se relacionar e a criar vínculos, habilidades muito importantes tanto na vida social, quanto na profissional, no futuro. É importante que sejam estimuladas novas formas de conhecimento, afirma. 

A pesquisa reuniu nove razões que explicam os cuidados. 

1 - Crescimento rápido do cérebro
O cérebro de uma criança de até dois anos cresce muito rápido e o ritmo continua acelerado até os 21 anos de idade, mas a exposição excessiva pode causar déficit de atenção, atrasos cognitivos e de aprendizado e impulsividade, entre outros problemas.

2 - Atraso no desenvolvimento motor
Uma criança que se mantém focada em pequenas telas tem movimentos restritos e, consequentemente, resultam em um atraso de desenvolvimento. O problema é que, com isso, uma em cada três crianças chega à escola com atrasos motores, o que interfere em pontos como atenção e a habilidade de aprender.

3 - Obesidade
Crianças que levam dispositivos eletrônicos para a cama, como games, por exemplo, em geral têm 30% mais chances de ficarem obesas. Entre as que estão acima do peso, 30% desenvolvem diabetes e, com isso, risco de ter ataque do coração. 

4 - Problemas para dormir
Levar o ipad para a cama é péssimo para o sono: 75% de crianças de nove e dez anos com esse hábito sofrem com insônia, já que grande parte dos pais, 60%, não supervisiona o tempo que os filhos passam com os aparelhos.

5.Doenças
O excesso de uso de tecnologia pode causar depressão, ansiedade, déficit de atenção, autismo, transtorno bipolar, piscose e comportamentos problemáticos, além de dficuldade de socialização.

6.Agressividade
Sem controle e com a crescente exposição a conteúdos violentos e sexuais, é comum que as crianças se tornem mais reclusas e que tenham dificuldade de controlar a agressividade.

7.Demência digital
Transtornos de déficit de atenção, concentração e memória são devidos a problemas de conexões neurológicos ao córtex frontal: crianças não conseguem prestar atenção e, assim, não aprendem.

8.Vícios
Os pais ficam mais e mais vidrados em tecnologia, tanto que deixam seus filhos de lado. Sem atenção, as crianças se conectam aos aparelhos e se tornam viciadas neles.

9.Emissão de radiação

As crianças são mais suscetíveis à emissão de radiação, já que a sua imunidade ainda está em desenvolvimento.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Aprender a brincar: o grande desafio de uma geração super inteligente


Quem nunca se sentiu embaraçado com a facilidade com que as crianças, mesmo as menores, manipulam computadores e dispositivos como tablets e celulares?! Estamos vendo surgir gerações superestimuladas - e inteligentes também -, munidas de diversos brinquedos e de um verdadeiro banco horas com desenhos animados. O resultado é um bombardeio de informações com que nem sempre é possível lidar sem minar a capacidade de concentração, por exemplo, ou a própria autonomia para brincar. Limitadas a um mundo virtual, sem olho no olho e  experiências com o outro, as crianças deixam de desenvolver habilidades emocionais. 

- Estamos falando de atividades muito rápidas e simultaneamente, um ritmo que pode fazer com que a criança perca a iniciativa de brincar, de criar um jogo, por exemplo, de respeitar regras e autoridade e ainda a capacidade de se concentrar numa só tarefa, alerta a psicóloga Andrea Bellingall, da Passo a Passo 2. 

Os blocos de madeira favorecem a concentração e o trabalho em grupo.




Jogos como  queimadas, pique-bandeira, pique-esconde e amarelinha, por exemplo, estimulam essa outra inteligência. Trabalham pontos que o videogame desconhece, como saber esperar a vez, trocar ideias, fatores importantes na formação de uma pessoa - que, é claro, também precisa de habilidades sociais. O contato com o outro permite que a criança identifique seus próprios limites, mas também compreenda suas reais habilidades, pois é quando entra em contato com o diferente, aprende a expor a sua opinião e gostos, contornar situações, negociar e resolver conflitos.

Na brincadeira da vida real é necessário fazer escolhas, não tem "outra vida", se fizer besteira vai se machucar, se não empilhar direito vai cair tudo, se pintar errado não dá para apagar. Além disso é importante levar em consideração o outro, se ele está gostando, se vai se machucar e se está tudo dentro do combinado se não acaba a brincadeira!

- Percebemos que os alunos têm cada vez mais dificuldade de se relacionar. Foi quando decidimos apostar em brincar como forma de educar e estimular a criatividade e o contato com os amigos, diz Andrea.



Para o projeto "Brincar é coisa séria" os alunos além de conhecer brincadeiras do tempo dos seus pais e avós como bolinha de gude, bambolê, passa anel, telefone de fio de barbante etc, construíram uma casinha toda em material de sucata com fogão de caixa de papelão, televisão de caixa de sapato entre muitas criações. Além do trabalho em grupo e criatividade a atividade promoveu a consciência ambiental. Conversamos, também, sobre o consumismo desenfreado e as criança puderam concluir que para se divertir à valer só é necessária muita imaginação e não muito dinheiro, afinal, criar pode ser muito mais divertido que comprar. 

            Desafio do dia


Desligue a Peppa Pig. Ligue a imaginação! Hoje, com tinta, papel e pincéis, crie uma história com o seu filho. O importante é deixar imaginação acontecer, sem dizer a ele o que fazer, para que desenvolva uma autonomia. Ah, e fique longe do telefone!