Blog da Passo a Passo 2: desenvolvimento infantil
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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Por que criança precisa de férias?



Tem algo melhor do que férias? Se é importante para nós adultos, imagina para uma criança que ainda está em fase de desenvolvimento... É muito importante!!

Um novo estudo realizado pela Academia Norte-Americana de Pediatria (AAP) mostrou que o descanso e a diversão são benéficos para o desenvolvimento social, emocional e cognitivo da criança.

Segundo os pesquisadores, as férias ajudam na sedimentação do conteúdo pelo cérebro da criança, pois muitas informações aprendidas ao longo do ano letivo ficam mais claras por meio de brincadeiras.

O que nós percebemos aqui na Passo a Passo 2 é que esse pequeno desligamento das férias de julho ou de janeiro fazem com que, ao retornarem, tenham mais disposição e energia na permanência na escola. 

Férias só para as crianças

A gente sabe que quando as crianças estão de férias a rotina dos pais vira de cabeça para baixo e que o trabalho dobra, ou seja, só os pequenos entram de férias de verdade, e muitas vezes desejamos que a escola funcione os 365 dias do ano.

Seria um sonho para alguns pais .... porém, em se tratando de Educação Infantil, frequentar a creche direto, sem intervalo algum para férias, não é o mais recomendado para o aluno. Temos consciência que, algumas instituições de ensino utilizam o marketing "funcionamos de janeiro a janeiro" atraindo pais de primeira viagem, mas devemos alertar que esta não seria a melhor opção para os pequenos. O subconsciente da criança age como uma esponja, absorvendo tudo que ouve e vive. É nele que as coisas vão se elaborando, as peças se juntando e se formando conhecimento. Porém, para que isso aconteça, a cabeça precisa de tempo e de descanso.

As crianças recebem um conjunto de informações que não conseguem colocar em prática se não tiver um tempo livre. E, nas férias é o momento ideal para que isso aconteça. O brincar livre é quando a criança coloca em prática o que aprende na escola.

Como é bom voltar para escola depois das férias.... podemos sentir o cheiro da escola de novo, rever nossos amigos, professores, brincar no pátio da escola na hora do recreio, comer a comidinha que tanto amamos.... tudo isso tem uma relevância especial ao retornarmos das férias!  



É por isso que estamos sempre alertando para o bom senso dos pais. Uma criança com agenda de adulto pode ficar sobrecarregada e estressada. E mesmo quando não estão de férias, é importante que elas tenham tempo livre e, a nossa sugestão é sempre perguntar o que desejam fazer.

Andrea Belligall e Isabela Janiszewski

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Brincar é coisa séria!






Uma recente matéria do El País contou que executivos de tecnologia, que desenvolvem tablets, jogos interativos e programas de computador para empresas multinacionais, optam por escolas que apostam mais na criatividade do que na infraestrutura, na hora de escolher o melhor ensino para seus filhos.

Aprender a tomar decisões, inventividade e concentração são considerados mais importantes do que saber manusear um IPad, na visão dos pais, que buscam escolas inovadoras, que ensinam novas formas de pensar.

A pedagogia tradicional com aulas onde o professor era o único protagonista e as crianças educadas como indivíduos homogêneos e com conteúdo memorizados, vem dando vez a projetos onde as crianças são autoras do próprio aprendizado.

Um movimento mundial que resgata a infância verdadeira, com mais atividades ao ar livre, em contato com a natureza, e em família vem ganhando força no Brasil. O conceito chamado de SlowKids, tem base na desaceleração infantil e pensamento sustentável. Respeitar o tempo de cada criança através da descoberta, experimentação e observação, além da defesa do tempo livre, sem acúmulo exagerado de informações faz parte do projeto. Muitos pais têm entendido essa nova forma de pensar e com isso repensado as escolhas de escolas para seus filhos.

A Passo a Passo 2 sempre prezou pela inovação na educação. Foi a primeira creche-escola a ter computadores em sala de aula e também a primeira a retirar todo tipo de tecnologia das atividades pedagógicas. A escola acredita que brincar é coisa séria e aposta em atividades lúdicas como forma de ensino. Jogos com bola, de correr, pular fazem parte da rotina das crianças. A escola acredita que quando mais brincadeira, mais desenvolvimento e uma melhor educação infantil

Andrea Bellingall e Isabela Janiszewsk

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Alimentação Saudável - Bons hábitos se aprendem na infância!



Os lanches vendidos nas cantinas escolares sempre foram cercados de polêmica, por estarem na lista dos responsáveis por contribuir para a obesidade infantil.

O Ministério da Saúde através de um Manual das Cantinas Escolares incentiva um cardápio mais saudável, com frutas, sucos naturais e alimentos com menos sódio e gordura, mas a determinação nem sempre é cumprida.

Um acordo firmado entre as empresas de bebida Coca-Cola Brasil, Ambev e Pepsico Brasil na semana passada pode ajudar a mudar esse cenário e criar hábitos mais saudáveis entre os pequenos. Refrigerantes não serão mais vendidos em escolas com crianças até 12 anos, sendo substituídos por água mineral, sucos com 100% da fruta, água de coco e bebidas lácteas.

Aqui na Passo a Passo 2, nos orgulhamos de ter adotado esta medida, há 35 anos. Refrigerantes são proibidos e não é permitida a entrada de produtos industrializados, ricos em colesterol, sódio, ou corantes artificiais, encontrados em salgadinhos e pipocas.

Uma das missões da escola é contribuir para a formação de bons hábitos entre seus alunos, e nada mais justo do que dar o exemplo através de uma alimentação saudável com a elaboração de um cardápio balanciado com legumes e verduras frescos, feitos na hora e sempre acompanhados por uma nutricionista especializada.

A formação de bons hábitos na infância é fundamental para que as crianças se tornem adultos saudáveis física e emocionalmente. Mudar padrões alimentares não é fácil, por isso, a participação dos pais em todo o processo é muito importante, e recomendamos que seja adotado o consumo de alimentos saudáveis também em casa.

Uma boa alimentação significa vida saudável, previne o surgimento de doenças e proporciona melhor qualidade de vida para crianças e adultos.


Andrea Bellingall e Isabela Janiszewsk

segunda-feira, 13 de junho de 2016

O rigor nos castigos é mesmo necessário?






Dê a mão à palmatória quem já perdeu o controle ou não soube a maneira correta de agir diante de uma pirraça, manha, falta de educação, ou atitude fora de controle de um filho.

Castigar ou não os filhos é um dilema enfrentado por todas as famílias quando se trata da educação infantil. A forma mais apropriada de punição ou a maneira de ensinar limites para as crianças passa por questões sociais, culturais, reflexo do momento ou forma de enxergar a vida, e sempre será alvo de discussões, por gerar opiniões tão diversas.

Punir ou não, e a intensidade da punição é uma decisão de cada família. Porém, a punição sem objetivos ou propósitos definidos pode trazer consequências para o crescimento, desenvolvimento e até mesmo para a personalidade em formação das crianças, muitas vezes irreversíveis.

A notícia do sumiço de um menino japonês de sete anos deixado sozinho numa região montanhosa da ilha japonesa de Hokkaido, como castigo pelo seu mau comportamento retratada pela mídia no mês de maio, traz à tona o questionamento sobre o rigor nos castigos e seus limites.

Aprender por medo de levar uma palmada ou receber um castigo mais severo pode provocar raiva e criar uma criança agressiva ou trazer consequências desastrosas. Já, ensinar o porquê de não fazer determinadas coisas, e castigar sem violência, cortando temporariamente algo que a criança realmente goste, por exemplo, criam consciência de que determinada regra não deve ser quebrada ou certa atitude não é legal.

Educar dá trabalho, requer paciência e tem a ver com respeito e imposição de limites, porém, coerência é fundamental, pois as atitudes dos pais ajudam a formar o caráter e a identidade das crianças de hoje e futuros adultos de amanhã. Conhecer bem seu próprio filho é o primeiro passo para saber o melhor método para aplicar em sua educação. 

Aqui na Passo a Passo 2 nós sempre conversamos com os pais que não tem "receita de bolo" o que funciona para um, pode não funcionar para o outro. Por isso, separamos algumas dicas

- Tenha calma e firmeza - a criança tem que ter respeito e não medo dos pais
Prometeu cumpra - se disse que vai dar determinada punição dê, por isso pense bem antes de dizer!;

- Sinalize na hora - se a criança fez alguma coisa errada, sinalize na hora, pois depois ela acaba se esquecendo  e não entendendo direito sobre o que está sendo dito;

- Tenha regras claras - a criança precisa saber exatamente o que "pode" e o que "não pode";

- O castigo pode variar - é importante ter sensibilidade para sentir o que surte mais efeito ( deixar pensando por alguns minutos, conversar, tirar algum brinquedo por um determinado tempo, proibir a televisão/ computador por determinado tempo, deixar de fazer algum programa, ir embora de algum lugar etc.);

- Seja coerente - se não pode não pode. Um dia pode e outro não confunde a criança.

Um abraço!

Andrea Bellingal e Isabela Janiszewsk

segunda-feira, 30 de maio de 2016

O dom de saber esperar - Ensine seus filhos a serem pacientes!



Você sabe esperar? Ser paciente e esperar pela hora certa é uma qualidade que ajuda na resolução de problemas e tarefas do dia a dia, além de um aprendizado que deve ser passado de pai para filho.

A paciência precisa ser ensinada e aplicada na educação infantil para que as crianças cresçam entendendo que nem todos os seus pedidos podem ser atendidos imediatamente, e a importância de esperar a vez.

Quando a criança entende que deve esperar a vez de falar, de almoçar, de brincar, de ganhar um presente ou de passear, ela saberá a sua vez e seu lugar no mundo. Quando crescer, será mais educado, um adolescente mais compreensivo, um profissional melhor preparado, um ser humano melhor.

Vivemos hoje a era da velocidade da informação, onde tudo está disponível em um clique, há um segundo, no mesmo instante. Com isso, exercitar a paciência se tornou um exercício diário. Temos pressa, estamos sempre atrasados, com muitos compromissos, e acabamos inserindo as crianças nesse contexto. Sem perceber estamos transformando nossos filhos em crianças inquietas, que querem tudo na hora, pra ontem, e em futuros adultos ansiosos, impacientes, que buscam caminhos alternativos para conseguir o que querem com rapidez.

A pré-escola e a educação infantil são muito importantes na vida das crianças pois ajudam a mostrar com clareza os limites, regras, a rotina, e também a saber esperar. Mas dentro de casa também podemos ser exemplo para nossos filhos e ensiná-los com nossas atitudes a ser pacientes!

Separamos algumas dicas que podem ajudar a exercitar a paciência junto com as crianças, em casa. Confira!

-  Seja um exemplo. Exercite a paciência e exerça essa virtude na sua vida em família e na sua vida social. Filhos precisam de limites, mas também de amor.

-  Envolva seus filhos. Inclua as crianças em atividades rotineiras da casa, como compras no supermercado ou ida à lavanderia, para que entendam que temos horários para todas as atividades.

-  Crie hábitos. Ensine seus filhos a esperar até que todos acabem a refeição antes de sair da mesa. Ou mesmo que todos acabem de jantar para comer a sobremesa.

-  Estabeleça prazos. Dê o brinquedo desejado em datas especiais para que a criança saiba esperar, e ajude-o a contar os dias, marcando no calendário, para conquistar o que deseja.

- Não dê atenção para birras. Quando não puder atender suas solicitações explique o motivo, e separe um tempo para dar atenção às crianças depois. Ensine a importância de dizer “com licença” e “por favor”, e não interromper conversas.


-  Ensine a lidar com frustrações. Tentar fazer a criança feliz o tempo todo, pode torná-la infeliz no futuro. Ensine que não se pode ter tudo na hora que deseja.

Andrea Bellingal e Isabela Janiszewsk

terça-feira, 26 de abril de 2016

Primeiro filho: Uma (R)evolução maravilhosa!





A chegada do primeiro filho é um dos momentos mais especiais na vida de um casal. Junto com o bebê, nasce uma família. Uma relação dual passa a ser triangular. Acumulam-se novos papeis. Três novos personagens aprendem a desempenhar novas funções e são inundados por novos sentimentos e emoções.

A felicidade da chegada deste novo integrante se mistura com a ansiedade de colocar em prática todos os “manuais” lidos e relidos durante a longa espera. Mas a realidade do dia-a-dia não está nos livros. Os novos pais, além de administrar os cuidados com o bebê, precisam conciliar as noites mal dormidas, as visitas, as “interferências” dos mais experientes, a nova relação entre o casal, e muitos imprevistos. E cada nova família vive uma dinâmica única. É o aprendizado da vida real.

A mãe torna-se o vértice principal do triângulo, pois é a responsável direta pela nutrição do bebê. Seu novo papel é também biológico. Seu organismo passa por mudanças hormonais intensas, e a pressão de um novo ser totalmente dependente de si é arrebatadora. O pai, por sua vez, é convidado a assumir um novo lugar e, muitas vezes, encontra dificuldade em encontrar seu espaço. São questões para se ficar atento, pois muitas vezes, a  realização de ser mãe e pai é tão grande, que toda energia, todo foco fica dirigido para o bebê, e a relação do casal fica esquecida.

O primeiro filho é uma experiência única. Um aprendizado a três, com (muitos) erros e acertos. Basicamente, o bebê precisa ser alimentado, receber cuidados de higiene e bem-estar, colo, contato e calor humano. Com estas necessidades básicas atendidas, ele vive, cresce e se desenvolve. E a maneira como o casal conduz todas estas mudanças nas suas rotinas, nos seus papeis e nas suas emoções interferirá diretamente no comportamento do filho. Pais muito ansiosos e exigentes consigo mesmos tendem a transmitir suas angústias para o bebê. Por outro lado, aqueles que se permitirem falíveis, flexíveis e conseguirem se manter unidos, compreensivos e equilibrados nestes momentos de adaptação, muito provavelmente transmitirão esta tranquilidade para o bebê.

Não existe evolução sem revolução. Toda mudança se inicia com alguma desorganização. A família precisa estar ciente de que o diálogo é fundamental para negociar e equilibrar as necessidades de cada um, lembrando sempre que a satisfação pessoal deve ser construída com a realização em vários aspectos, como o profissional, afetivo, familiar, social e intelectual.

E então, é só desfrutar desta experiência mágica de criação e transformação: o milagre da vida!

Andrea Bellingall e Isabela Janiszewski

quinta-feira, 31 de março de 2016

Plantar, colher e comer: uma divertida viagem ao ciclo da natureza!




Em um mundo cada vez mais urbanizado e consumista, atividades ao ar livre e que estimulem o contato com a natureza são preciosos. Para as crianças, o plantio e o cuidado com as plantas não só educa mas também diverte.

Acompanhar o desenvolvimento de uma planta é uma atividade muito divertida e enriquecedora de aprendizagem para os pequenos. O contato com a terra e o cultivo de vegetais e hortaliças permite perceber as necessidades vitais do plantio (sol, rega, tempo, solo e adubo), os cuidados que se deve ter, o processo de crescimento e colheita desses alimentos. Além disso, na fase da degustação, as crianças são estimuladas a experimentar legumes e verduras que elas mesmas plantaram, contribuindo para uma alimentação saudável.

Neste processo, os ganhos são incontestáveis: as crianças vibram com o resultados e, de quebra, aprendem sobre o ciclo da natureza, estimula-se o desenvolvimento sensorial (mexer na terra, sentir o cheiro e o sabor dos alimentos, observar o seu crescimento), aprendem sobre a importância da alimentação saudável e o amor pela natureza.

Na Passo a Passo 2, o Projeto Horta na Escola é um sucesso. Há anos observamos que a atração das crianças pelas atividades é algo mágico e fascinante, consolidando e confirmando a nossa essência biológica e o forte elo de ligação com o ambiente em que vivemos.

A falta de espaço como um quintal ou jardim não é desculpa. Que tal plantar um grãozinho de feijão no algodão e acompanhar o seu crescimento ou plantar temperos (manjericão, alecrim etc.) e pequenas hortaliças (tomatinho cereja etc.) em vasos para usar nas refeições? Seu filho vai adorar compartilhar com você esta experiência!

Andrea Belligall e Isabela Janiszewski

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Futuro: O desafio de preparar filhos bem-sucedidos

Educar os filhos para os desafios da sociedade atual, cenário de grande competição e disputa, é um desafio para os pais. E como fazê-lo sem sobrecarregá-los e deixá-los inseguros? 

Todo pai e toda mãe deseja que seu filho tenha sucesso na vida. Mas nem sempre esse sucesso está associado à fama, dinheiro e poder. Uma pessoa bem-sucedida é aquela que se sente realizada, vive com qualidade e equilíbrio e está bem consigo e com os outros. E parte desse sucesso depende da qualidade da educação recebida na infância.

As competências mais valorizadas pelo mercado de trabalho são aquelas que podem ser desenvolvidas desde a mais tenra idade, sem traumas e sem pressão, somente explorando as experiências cotidianas. 

Atitudes colaborativas, resiliência, resolução de conflitos, persistência, tolerância à frustração, empatia, superação de problemas, capacidade de argumentação, valores sólidos, solidariedade, são alguns exemplos de competências que se constroem desde cedo, através do exemplo e estimulação dos pais e também com a parceria da escola.  

Listamos abaixo algumas ideias para aumentar as chances de seu filho ter um futuro acima da média, de autoria do empresário Flávio Augusto, fundador da rede WiseUp e idealizador do blog Geração de Valor:

·    Crie o hábito de questionar as convicções dele. Pergunte o porquê das coisas e o estimule a questionar da mesma forma.

·   Evite supervalorizar os erros. Caiu? Não faça estardalhaço. Encoraje-o a se levantar sozinho e continuar adiante. Não alimente o medo. Encoraje mais.

·    Falar inglês é fundamental. Eles aprendem bem rápido e não sofrerão no futuro. Quem fala inglês tem acesso a maiores oportunidades.

·    Pratique falar em público dentro de casa. Crie situações onde ele tenha que fazer alguma apresentação na presença de toda a família para conquistar o que deseja. Quer um videogame? Marque um dia para ele fazer uma apresentação dando os argumentos, mostrando porque merece esse presente. Se não for convincente, dê mais uma chance até conseguir.

·    Compaixão e empatia. Ter contato com a pobreza e criar o desejo de ajudar ao próximo. Ensinar o prazer de doar e dividir, além de evitar o consumismo. Ensine a simplicidade, a começar pelo seu exemplo.

·     Ensine o valor do dinheiro. Prêmios e multas podem ajudar no reconhecimento da gestão que ele faz de sua mesada.

·     Esporte ajuda a desenvolver o trabalho em equipe, disciplina, além de ser saudável.

·    Converse sobre o mercado, sobre as empresas, sobre bolsa de valores, sucesso, fracasso e crie referenciais a serem seguidos. Fale sobre biografias de pessoas de sucesso desde cedo.

·     Trabalhe por merecimento. Ensine desde pequeno que nada se ganha, tudo se conquista.


·    Ensine desde cedo seu filho a ter a dignidade de assumir seus erros e debilidades. Assim, a chance de ele crescer e se tornar alguém que criou o hábito de sempre tentar colocar a culpa de seus fracassos no sistema, no governo, em sua classe social, na cor de sua pele ou na sua orientação sexual será muito menor. Ensine-o desde cedo a ser protagonista e não uma vítima.

Andrea Belliganll e Isabela Janiszewski